Lifelong learning: o que é e quais são os seus quatro pilares?

lifelong learning

Sumário

Novas tendências em educação surgem para levar o conhecimento além dos muros das Instituições de Ensino e transformar a maneira como as pessoas enxergam o aprendizado. Entre essas tendências está o lifelong learning, um conceito muito difundido em diversas partes do mundo, mas que ainda está dando seus primeiros passos no Brasil.

Segundo pesquisa realizada pela Pew Research Center, 73% dos profissionais norte-americanos já se consideram adeptos ao lifelong learning.

Isso é um indicativo de que a tendência está chegando com força aos mercados de outras partes do mundo e se tornará cada vez mais importante para as empresas.

Por isso, é fundamental que as Instituições de Ensino não apenas entendam este conceito, mas saibam utilizá-lo a seu favor e preparar seus alunos para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

O que é e qual o objetivo do lifelong learning?

Lifelong learning, ou em português “aprendizado ao longo da vida”, é um conceito que desafia as regras da aprendizagem tradicional.

Segundo ele, o aprendizado não é um processo com começo, meio e fim, mas algo permanente, que não se encerra com a obtenção de um diploma.

Logo, seu principal objetivo é que os profissionais entendam que a educação é o caminho mais rápido para o desenvolvimento profissional e que permaneçam investindo em novas qualificações e mantenham a mente aberta para absorver novos conhecimentos.

Importante ressaltar que o aprendizado ao longo da vida não representa uma concorrência para o ensino tradicional, muito pelo contrário, devendo ser difundido por Instituições de Ensino para estimular a busca por conhecimento e aumentar o engajamento dos alunos.

Qual a importância do lifelong learning?

Para muitas empresas, o lifelong learning já é uma regra e o profissional que valoriza a aprendizagem continuada e o desenvolvimento de novas skills tem maiores chances de destaque.

Aos poucos, esse método vai fazendo surgir novos diferenciais competitivos para quem está no mercado de trabalho, entre eles:

  • O desenvolvimento de novas competências, como as soft skills, por exemplo. 
  • O investimento em cursos complementares, que vão além da pós-graduação.
  • A disponibilidade para se reinventar, não importando a idade ou o grau de escolaridade.
  • A capacidade de antever as tendências de mercado e se preparar para elas.

Tudo isso faz parte do pensamento que envolve o lifelong learning.

Antes de entrarmos nas minúcias do aprendizado ao longo da vida, relembre a importância das soft skills, ou habilidades socioemocionais!

Quais são os 4 pilares e como colocá-los em prática? 

lifelong learning

O conceito de lifelong learning foi desenvolvido pela Lifelong Learning Council Queensland.

Segundo eles, o conceito de aprendizado ao longo da vida se divide em quatro pilares principais.

Aprender a conhecer

O primeiro pilar diz respeito a manter um pensamento questionador durante o processo de aprendizado.

Segundo o lifelong learning, aprender a conhecer significa desenvolver curiosidade e prazer pela construção do conhecimento, não buscando respostas fáceis e se aprofundando em todos os assuntos.

Para aplicar este pilar é necessário:

  • Valorizar o questionamento.
  • Promover o confronto saudável de ideias.
  • Desenvolver o pensamento crítico.
  • Estimular a reflexão sobre os temas aprendidos.
  • Entender que a absorção do conhecimento exige um processo imersivo, que vai além da tradicional “decoreba”.

Aprender a fazer

Este segundo pilar valoriza a “cultura maker” e a ideia de que a melhor maneira de aprender é através da prática.

Ele também diz respeito às habilidades comportamentais que o indivíduo precisa ter para conseguir desenvolver o lifelong learning, entre eles:

  • A possibilidade de se reinventar e aceitar o novo.
  • A habilidade de trabalhar em equipe.
  • A capacidade de se comunicar de maneira clara e respeitosa.
  • A disponibilidade para agir de maneira proativa.
  • A disposição para desenvolver e aprimorar a inteligência emocional.

Já que falamos em cultura maker, aproveite para ler um pouco mais sobre ela!

Aprender a conviver

O terceiro pilar do aprendizado ao longo da vida diz respeito às nossas relações com o outro.

Enquanto, até um passado recente, o mercado de trabalho valorizava o networking como algo pautado no interesse individual, atualmente o pensamento coletivo e colaborativo vem ganhando espaço.

Desta forma, para atendermos às exigências deste terceiro pilar, devemos:

  • Desenvolver nossa capacidade de empatia.
  • Garantir a manutenção de um ambiente saudável, onde os vínculos pessoais sejam valorizados.
  • Buscar sempre a mediação de conflitos e resolução de problemas.
  • Treinar a escuta do contraditório e estar aberto ao debate de ideias.
  • Entender que o aprendizado nasce da troca de experiências e que ninguém possui todas as respostas.

Aprender a ser

Por último, o quarto pilar do lifelong learning diz respeito ao seu desenvolvimento enquanto indivíduo e como esses aspectos pessoais afetam o seu aprendizado e desenvolvimento profissional.

Dito isto, aprender a ser significa:

  • Desenvolver autonomia e responsabilidade sobre o próprio aprendizado.
  • Estar sempre aberto a novos aprendizados e ao desenvolvimento de novas skills.
  • Adquirir consciência do próprio potencial, pontos fortes e fracos.

Com o crescimento do ensino EAD, a importância da autonomia no aprendizado tornou-se cada vez mais discutida. Clique aqui e saiba mais sobre o tema!

Quais são as vantagens do lifelong learning? 

Ao difundir os princípios do lifelong learning, a Instituição de Ensino formará profissionais mais preparados para as necessidades do mercado de trabalho moderno.

Entre as vantagens que o aprendizado ao longo da vida oferece para quem o pratica, estão:

  • O desenvolvimento de novas habilidades, que surgem mais facilmente em quem está sempre aberto a aprender coisas novas.
  • A ampliação das oportunidades, trazidas pela maior gama de conhecimentos adquiridos.
  • O exercício da criatividade e de pensar “fora da caixa”, oriundos deste processo de aprendizado.
  • O domínio de novas tecnologias, que coloquem os profissionais na linha de frente da transformação digital.

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Para dar suporte a essas técnicas é preciso que a escola ou universidade também incorpore a transformação digital na sua rotina, investindo em tecnologias que potencializam suas estratégias de ensino em todas as frentes.

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